Ndalatando tera shopping center

Cerca de 81 milhões de kwanzas vão ser investidos na construção de um “Shopping”, no centro da cidade de Ndalatando, no antigo parque infantil Alda Lara num espaço com 1.500 metros quadrados.
O recinto vai ter dez áreas comerciais, com lojas para a venda de roupas, calçado, cosméticos, restaurantes, parque de diversão infantil, área de lazer, salas de espectáculos e farmácias.
Após a sua conclusão, o imóvel é entregue a uma empresa privada, que através de um concurso público, garante a sua gestão.
De acordo como o director provincial do Kwanza-Norte do Gabinete de Estudos, Planeamento e Estatística, Gonçalo Ribeiro, em declarações ao “Jornal de Angola”, o projecto enquadra-se numa iniciativa do governo local e visa essencialmente garantir produtos de qualidade às populações, assim como reduzir a carência de espaços de diversão para os munícipes.
A infra-estrutura que será montada com material pré-fabricado, vai gerar 80 empregos directos nas áreas de gestão, atendimento, guias, auxiliares administrativos e de trabalhos de limpeza.
De momento, decorrem no local obras de limpeza, arrumação do material e remoção das peças antigas do parque infantil.
O espaço comercial, segundo o governo provincial, vai reduzir os vendedores de rua, que não pagam impostos ao Estado, diminuirá a venda de medicamentos e produtos de beleza sem qualidade e oferece maiores e melhores atractivos de diversão para as crianças e jovens.
Serve, por outro lado, como ponto de referência e de destribuição na oferta dos produtos para as vizinhas províncias de Malanje e Uíje, tendo em conta que a maioria dos seus habitantes adquirem as mercadorias em Luanda.
Catarina da Cruz e António Paulo, estudantes, estão entusiasmados com o “shoping” que está a nascer em Ndalatando.
Segundo afirmaram à nossa reportagem, os jovens do Kwanza-Norte vão poupar dinheiro porque sempre que querem comprar produtos de primeira necessidade, como roupa e calçado, têm de se deslocar a Luanda.
A nossa reportagem apurou em alguns locais de venda de rua, que muitos comerciantes praticam preços exagerados, porque os seus produtos são adquiridos em Luanda e têm de pagar fretes caros.
A vendedora Jinga Pedro diz mesmo que o frete obriga os comerciantes locais a venderem os seus produtos duas e três vezes mais caros do que o normal, antes do pagamento do frete.

Comments

Didí José said…
Muito interessante essa notícia! sou um dos Kwanzanortenhos e, realmente estou entusiasmado com essa novidade! saber que teremos na cidade um investimento de atractivas actividas económicas, emocional e de diversão que culminará no prestígio não só dos nativos, mas também de concidadãos d´outras Províncias.
Que Deus continue impulsionando o governo central e em Particular o Provincial para realçar mais actividades do género e muito mais.
Didí José.

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